DECISÃO ANTECIPADA DA COPA ÊNIO COSTAMILAN, PELOTAS X NOVO HAMBURGO É QUARTA-FEIRA ÀS 20:30 NA BOCA DO LOBO, A FESTA ESTÁ SENDO PREPARADA, COLABORE COM A BARRA E AJUDE O SHOW A FICAR MAIS BONITO!
Juarez foi um dos maiores goleiros da história do Pelotas, chegou ao Pelotas com a missão de trazer o Lobo de volta a elite do campeonato gaúcho. Juarez escreveu sua história no Pelotas...
, além de subir o Esporte Clube Pelotas, ajudou a equipe a ser campeã do interior em 1988, sempre possui grande identificação com o clube, quem não viu Juarez jogar, teve a oportunidade de ver a apresentação do craque, no jogo do centenário, durante as festividades dos cem anos, com certeza aquela defesassa vai ficar guardada para sempre no coração de quem viu, um dos maiores jogadores, 20 anos depois executando uma defesa magistrosamente.
Alcides Moraes além de ser considerado um dos maiores goleiros da história do Pelotas, Alcides defendeu o Pelotas de 1937 a 1946. Antes, chegou a jogar no Cruzeiro de Jaguarão (sua cidade natal) e no extinto Clube Atlético Bancário, em Pelotas. Sua carreira, ...
terminou cedo, aos 26 anos, quando abandonou o futebol para trabalhar como fiscal da Secretaria da Fazenda Estadual, e trocou, por hobby, os campos de futebol pelos de golf, e pelas quadras de tênis.O curto período em que foi goleiro, no entanto, foi suficiente para escrever alguns notáveis capítulos na história do futebol em Pelotas e no Rio Grande do Sul, tendo sido convocado diversas vezes como titular da seleção gaúcha. Fez parte, por exemplo, da conquista do bi-campeonato de 1945, no estádio da Estação (campo onde o G.E. Brasil jogava), de virada, por 2 a 1, em um memorável Bra-Pel que decidiu o campeonato da cidade naquele ano. "Os Bra-Péis foram sempre marcantes", diz o ex-jogador. Ainda em 45, foi vice-campeão estadual com a camisa áureo-cerúlea.Torcedor declarado do Lobão, Alcides mora no Rio de Janeiro desde 1972, mas costuma passar as temporadas mais quentes do ano com a esposa Alda em Pelotas. "Quando começa a esfriar, voltamos para o Rio", conta ele, que acompanha os resultados do time do coração pela Internet e através dos jornais locais.
Bedeu era natural de Herval (RS) e chegou ao Pelotas em 1950, jogador rápido, habilidoso, driblava fácil. Ficou no clube até 1960, ...
quando se transferiu para o Internacional, onde foi campeão gaúcho de 1961, ajudando a quebrar uma seqüência de cinco títulos do Grêmio. Jogou ainda no Metropol de Criciúma (SC) e no Newls old Boys, da Argentina. Em 1963 retornou ao Pelotas para encerrar a carreira. Faleceu no dia 21 de agosto de 2001, aos 67 anos de idade.
Celso Guimarães iniciou sua carreira nas categorias de base do Pelotas em 1975, trazido pelo treinador Nede Almeida e pelo diretor Francisco Brandi. Estreou já como profissional dois anos depois, ...
acumulando sua rotina com o trabalho no Laboratório Leivas Leite. Depois de rodar em alguns clubes retornou para o Pelotas onde fez parte da equipe que ficou muitos anos invicto em clássicos na década de 80, sempre jogando como ponteiro direito, era considerado um dos melhores atacantes de sua época.
Nei Silva ficou conhecido por conquistar o Tri-Campeonato pelo Esporte Clube Pelotas nos anos de 1956, 1957 e 1958. Tinha como característica fazer gols difíceis, o legítimo goleador.
“Não tem coisa mais linda que o gol no futebol”, dizia o ex-atleta. Uma confirmação da marca de goleador é que Nei Silva foi goleador da competição em duas destas edições, ajudando o Esporte Clube Pelotas a conquistar o Tri, no ano do Cinquentenário. Nei marcou a história do Pelotas, defendendo as cores do Lobão em partidas contra clubes de grande expressão, como São Paulo Futebol Clube, Fluminense Football Clube e épocas em que o Santos Futebol Clube negociava com o Pelotas, chegando utilizar o estádio do glorioso Esporte Clube Pelotas por quase um mês para treinamento. Foi ele que marcou o gol da vitória nos 4x3 contra o Fluminense, Nei por algum tempo morou nas dependências do Lobão. Nessa foto, o goleador aparece ao lado de Zizinho, atleta do São Paulo Futebol Clube em confronto entre o Bi-Campeão Citadino e o Campeão Paulista de 1957
Deraldo Conceição escreveu sua história no Lobão ao marcar "o gol do cinquentenário", o Gol do Cinqüentenário aconteceu em um domingo de Abril, quando o Pelotas venceu, na Avenida, o Riograndense de Rio Grande, no Torneio dos Campeões, pelo elevado escore de 5 a 1. Deraldo era carioca,...
tinha grande identificação com a torcida, caiu em boas mãos a marca do 50º gol do ano do cinquentenário. Deraldo foi multicampeão com o Pelotas, foi fundamentas nos títulos de 1958, e recebeu inclusive, uma medalha alusiva ao seu feito.
Mário Reis, um dos maiores jogadores da história do E.C. Pelotas chegou ao clube em 1924, atendendo convite do seu amigo Dinarte Tavares. Os saudosistas diziam que Mário Reis foi o maior jogador...
surgido em plagas Gaúchas. Era tão bom que recebeu várias propostas de clubes de fora do estado mas acabou não aceitando, preferindo ficar no Lobão. Tinha um passe perfeito e uma colocação inigualável, sendo que seus lançamentos sempre acabavam nos pés de um companheiro. Encerrou a carreira em 1939, com uma vitória sobre o Brasil por 3x1 e com o título de Campeão Pelotense. Alguns anos mais tarde, era comum ver Mário reis nos treinos do Pelotas, ou sentado nos bancos da praça Coronel Pedro Osório com seu grande amigo e companheiro Tutu, relembrando as suas grandes jornadas no Áureo Cerúleo. Antes, ele jogara nos extintos Rio Branco e Guarani. Com a camisa azul e amarela foi campeão estadual em 1930 e campeão pelotense em 1925, 1928, 1930, 1932 e 1933. Disputou três campeonatos brasileiros defendendo o scratch do Rio Grande do Sul, em 1926, 1928 e 1931. (Foto: Acervo do S.C. Pelotas)
Flávio Almeida da Fonseca, ou simplesmente Flávio, era apenas mais um menino gaúcho que tocava saxofone e entregava jornais quando trocou sua profissão pela de jogador de futebol começando pelo Real Madri, equipe de várzea da capital do estado, Porto Alegre.
Em 1959 foi fazer um teste para ingressar nas equipes infantis do Sport Club Internacional e marcou três gols em 35 minutos de partida. O grande feito lhe rendeu a camisa número 9 do colorado, onde jogou como profissional de 1961 até 1964, neste período não proporcionou nenhum título à nação colorada, mas conseguiu chegar à Seleção Brasileira de Futebol no ano de 1963.
Em 1964 foi jogar no Sport Club Corinthians Paulista onde jogou até 1969, foi artilheiro do campeonato estadual de 1967 com 21 gols, superando o Rei Pelé e sendo autor de um dos gols que quebrou um tabu de 11 anos, de que o Corinthians não ganhava do Santos Futebol Clube. Saiu do time do Parque São Jorge para defender o tricolor Fluminense Football Club, em 1969, onde conquistou o campeonato carioca no seu primeiro ano. Nessa passagem pelo futebol carioca, um dos episódios mais marcantes foi o clássico Fla-Flu da final do campeonato, com o Maracanã lotado - mais de 171 mil pagantes - onde o Fluminense venceu de virada e Flávio consagrou-se o grande herói da conquista. (No vídeo abaixo, a crônica de Nelson Rodrigues e os lances de Flávio naquele clássico).
No Fluminese, Flávio foi ainda campeão do Torneio Roberto Gomes Pedrosa em 1970 e do Carioca de 1971, antes de se transferir para o Futebol Clube do Porto, em Portugal, onde manteve a fama de matador, marcando mais de 70 gols. Saiu do Porto para retornar aos gramados do Beira-Rio em 1974 e ficou até 1976, sendo um dos heróis da conquista do Campeonato Brasileiro de 1975.Aqui inicia-se um novo marco: o Esporte Clube Pelotas contratou o goleador para defender as cores do Lobão. Aos 32 anos, Flávio Minuano chega para liderar o grupo e ser muito bem acolhido pela torcida Áureo-Cerúlea, o que faz Flávio Minuano declarar até hoje o seu carinho pelo Pelotas.A sabedoria do artilheiro na hora de balançar as redes foi fatal a muitos adversários; em uma matéria publicada pela revista Placar em Junho de 1977, entitulada “Os Especialistas”, figuravam na capa os atletas Bebeto (do Caxias), Dario (Inter), Alcindo (Grêmio) e Flávio Minuano, com a camisa do Pelotas. Eram os artilheiros do Campeonato Gaúcho, e a revista destaca: “Dos quatro, talvez seja Flávio o que melhor encarna a figura do especialista, do profissional bem conceituado.”
Entre os diversos clubes que sofreram os gols de Flávio, o maior freguês foi o Brasil de Pelotas. Num amistoso no início de temporada, o Pelotas ganhou de 3 x 0 e foi Flávio Minuano quem marcou as três vezes. Os torcedores do time rival disseram que era sorte. No clássico seguinte, já valendo pelo campeonato, a torcida adversária chamava o atleta do Pelotas de velho e gritavam seu nome em tom de gozação. Pois é, novamente brilhou a estrela do atacante, dois a zero para o Esporte Clube Pelotas e dois gols de Minuano. No último jogo entre os dois clubes, o Brasil saiu ganhando e a torcida, ressabiada, pedia silêncio quando alguém ensaiava o grito. Mas faltando meio minuto para o jogo terminar, todos se soltaram: “- Flaaaaaaviooo!” ironicamente eles gritavam. Aparentemente haviam esquecido do último clássico; pois, nesse exato instante, o zagueiro do Brasil estirou-se no ar para rebater de bicicleta e furou. Flávio, como sempre, estava na jogada e não perdoou. “- Acordamos o velhinho”, puniam-se os torcedores.
Entre as diversas façanhas do ex-atleta, a mais importante aconteceu no Esporte Clube Pelotas, quando atingiu um marco histórico.
“- Foi quando eu jogava pelo Pelotas, no interior do Rio Grande do Sul, em uma partida contra o Caxias no Alfredo Jaconi. Acho que foi empate de 3 a 3. O pessoal lá comemorou, teve um oba-oba, mas foi uma coisa superficial. O país não ficou sabendo. Recentemente fizeram um levantamento e me falaram que eu fiz 1.070 gols no total - diz, sem perder a humildade e o bom humor: - Isso é o que me falaram, eu não tenho certeza (risos).” afirmou o atacante Flávio Minuano ao Globo Esporte.
O site da Gazeta Esportiva complementa: “Consagrado artilheiro, ele é, segundo o Departamento de Estatísticas da Fifa, o oitavo maior goleador do mundo, com 1.070 gols durante toda sua carreira”.
Atualmente com 62 anos, Flávio não deixou o esporte: trabalha com escolinhas de futebol para crianças em Ermelino Matarazzo, em São Paulo.